domingo, 26 de janeiro de 2014

Autoanálise

Autoanálise

Eu sou a soma de tudo que vivi
E deixei de viver;
De tudo que questionei.
Procurei, perdi e conquistei;
E de todas as transformações que passei.

Eu sou o resultado disso tudo.
Eu sou o produto
Desse nada, desse tudo;
E da revolta que se esconde no fundo.

Eu sou isso,
A inteligência e a ignorância
O adulto e a criança,
A firmeza e a inconstância.

Autor do texto: Sidney Machado.
Poema registrado no Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional.

                                  
Música: Caçador de Mim.  Autor: Milton Nascimento.  Vídeo baixado do You Tube

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

O Que é ser Douto?

O Que é Ser Douto?

É ser leve
Nos problemas;
E suave
No pensar.

Ser forte
Nas fraquezas;
E sereno
Ao planejar.

Ser humilde
Nas palavras;
E filósofo
No falar

Autor do texto: Sidney Machado.
Poema registrado no Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional.





quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O Mais Miserável dos Homens

O Mais Miserável dos Homens

Errei, pequei
Contra o sagrado:
Mexi onde não
Devia ter tocado.

Martirizei, pisei
Sem ter notado:
Desonrei a quem por mim
Mais tinha se doado.

Calei... pensei...
Chorei sobre
Os meus atos;
Aquilo que temia
Já se faz concretizado:
Perdi a quem,
Verdadeiramente,
Tinha me amado.

Autor do texto: Sidney Machado.
Poema registrado no Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional.
















Música: O Que Tem de Ser.  Autor: Flávio Venturini.  Vídeo baixado do You Tube.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Propaganda: Pousada Xatô em Miguel Pereira

Pousada Xatô em Miguel Pereira.

Um ótimo programa para quem procura descanso e contato com a natureza, aliados ao conforto, boa recepção e um excelente café da manhã.  Experimente!

O Sr. Ângelo e Sra. Regina terão prazer em atendê-los.

Link para contato: Xatô


Pousada Xatô - Vídeo baixado do You Tube.

O Sábio

O Sábio

O sábio não corre, caminha.
Não discute, filosofa.
Não se exalta,
Enquanto outros se exasperam.
O sábio não deseja ser exemplar,
Embora como exemplo tantos o vejam.
O sábio não se desespera,
Porque sabe avaliar
A relatividade das coisas.
O sábio não busca felicidade nesta vida,
Mas o equilíbrio no viver.
Paz e felicidade?  Só no eterno!
O sábio não almeja  ter tudo;
Mas o dom de num Ser Maior crer.
O sábio, na realidade,
Se acha um tolo,
Enviado pelo sábio Deus, Todo Poderoso.

Autor do texto: Sidney Machado.

Este é o primeiro poema de Sidney Machado que divulgo no meu blog.  É o pseudônimo de Sidnei Santos, graduando em Letras/Português e Literatura.  Eu o encontrei entre outubro/novembro-2013 próximo a UFRJ, na Urca, quando divulgava o seu trabalho por meio de fanzines.
Seus poemas estão registrados no Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional.



Música: O Sábio.  Autor: Pablo Sganzerla. Clipe baixado do You Tube.  Site original: http://pablosganzerla.com/


terça-feira, 8 de outubro de 2013

Mundo Animal

A aranha tricoteia a teia suspensa e acerta na mosca.
Sapateia o pato com seu gingado malandreado.
Vaga o vaga-lume com seu lume que pisca-pisca na noite.
O camaleão permeia por entre formas, cores, disfarces e múltiplas faces.
Serpenteia a serpente a enroscar-se em volta de si.
A raposa esperta espreita a presa.  Um bote e...surpresa!
O lobo uivando e transformando a noite em angústia e apreensão.
O leão esgueirando-se na trilha engana a caça, que tenta fugir da desgraça.
O crocodilo e seu olhar à beira d'água, boiando... espreitando a "bóia".
A zebra, como presa, esperando ser a "zebra" do dia.
A hiena e seu bando, rindo de tudo e um naco das sobras esperando .

Autor do texto: Paulo Roberto Nascimento
Vídeo: Enciclopédia da Vida Selvagem.  Extraído do You Tube.


domingo, 6 de outubro de 2013

Ator/Atriz

Gestos, insinuações, simulações, sorriso contido,
Caretas, gargalhadas, cenho franzido.
Fuga da câmera, saída de cena, frente e perfil,
Catarse, gritos, sussurros, paixão ao extremo.
Exaustão, tragédia, farsa, comédia.
Todas as sensações em um único ser.
Profusão de sentimentos,
Confusão de personalidades.
Nossas facetas jogadas nas nossas caras
Expondo nossa fragilidade e força ao nosso próprio julgamento.
Na medida de uma representação, nossa realidade desnudada num único ser,
Um ser de cada vez ou nenhum ser real.
Entre múltiplas vivências,
O difícil trajeto de retorno a si mesmo
Um rito de passagem à cada apresentação.


Autor do texto: Paulo Roberto Nascimento
Homenagem aos atores e atrizes que pelo amor à arte se viram pelo avesso em busca do melhor personagem.

Pronto, xinguei!

Palavrão é algo com que só me acostumei por volta dos 14 anos, por causa do antigo ginasial.  Até ali, mesmo acostumado a escutar não me sen...