terça-feira, 23 de abril de 2013

Salve Jorge



 Salve Jorge - Fernanda Abreu - Vídeo extraído do You Tube

Oração de São Jorge 

Ó São Jorge, meu guerreiro, invencível na fé em Deus, que trazeis em vosso rosto a esperança e confiança, abra os meus caminhos. Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge, para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer algum mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrarão sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentarão sem o meu corpo amarrar. Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, a Virgem de Nazaré, me cubra com o seu Manto Sagrado e Divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus, com sua Divina Misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meus inimigos. Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel cavalo, meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Ajudai-me a superar todo o desanimo e alcançar a graça que tanto preciso, (fazer o pedido). Dai-me coragem e esperança, fortalecei minha fé e auxiliai-me nesta necessidade. Com o poder de Deus, de Jesus Cristo e do Divino Espírito Santo. Amém! São Jorge rogai por nós!

domingo, 21 de abril de 2013

Um copo de vida

Uma urgência de viver,

Inexplicável pressa desesperada,

Fome de querer fazer.

Comportamento difícil de entender

Que assusta, afugenta,

Em um quase enlouquecer.

Tenta nas mãos segurar, deter

O tempo que corre depressa.

Quero um copo de vida pra beber.

Recusa selvagem em partir.

Ainda não vi tudo,

Muito está por vir.

Do fim não se pode fugir.

Todos têm a sua hora,

Faça sua oração, seu caminho vai seguir.

Não adianta tentar adiar,

Sua missão já se cumpriu.

Agora resta aceitar.

Por fim, resignada, ela partiu.

Autora do texto: Lucia Andrade

quarta-feira, 20 de março de 2013

Emílio Santiago - A elegância na voz

     Na rotina da manhã de hoje, sou surpreendido com a notícia da despedida, deste plano, do cantor Emílio Santiago, a mais bela voz que já ouvi até hoje.  Senti uma tristeza sincera como se o conhecesse de perto.
     Saí de casa, a caminho do trabalho, com um nó no peito e fui percebendo que em minha mente começava a ser criada uma trilha sonora com algumas belas músicas revestidas de um encantamento daquela voz suave e melodiosa.
     Distraído, seguia em direção do metrô de Irajá, pela calçada do lado esquerdo da rua, quando avistei do outro lado uma figura muito querido por mim, um colega de trabalho, já aposentado, em trajes adequados ao seu status atual, ou seja, calção e camiseta.
     Foi irresistível!  Atravessei a rua e lhe disse:
     - Meu dia ficou melhor agora!
     E o abracei e beijei no rosto, algo fraternal e inexplicável, um gesto natural desde que nos conhecemos, há uns dezoito anos.  Após uma breve conversa nos despedimos e eu segui o meu caminho com o coração mais leve como se uma mensagem angelical tivesse sido derramada em mim.
     Despedidas e encontros são comuns em nossas vidas e a elas devemos dar o devido valor.  Aos que partem, a nossa saudade e boas lembranças.  Nos reencontros, demonstremos nossos melhores sentimentos, numa troca de energia boa e necessária para nos revigorar na longa caminhada em busca da evolução neste plano.
     Até breve, Emílio.  "O que vale é o sentimento e o amor que a gente tem no coração".  Que suas canções sigam como trilha sonora em nossos ouvidos e que as lágrimas ao caírem se transformem em gotas de saudade e esperança de novos reencontros aqui ou em outro plano.
     Como recordação, vai uma amostra de um dos belos cds gravados por Emílio Santiago: Dias de Luna.


Autor do texto: Paulo Nascimento
Arquivo de aúdio: Prévia do cd Dias de Luna -1996.
Site:  http://www.rdio.com/artist/Emilio_Santiago/album/Dias_De_Luna/


segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Jamais busquei você

Queria muitas coisas,

Me preocupava com o ter.

Não te conhecia,

Jamais busquei você.

Andava sempre ocupado

Querendo enriquecer,

Exibir minhas conquistas.

Nunca busquei você.

Minhas posses aumentavam.

Uma família criei.

Virei cidadão respeitável

Mas você jamais busquei.

O ter foi sempre importante.

Ignorava o Ser.

Tinha orgulho do meu império.

E nunca busquei você.

Ouvia muitos falarem

Do que os inundava o ser.

Achava tudo bobagem.

Pra quê buscar você?

No meu mundo muito sólido

Tudo começou a ruir.

E o sofrimento eu descobri.

Me negava a buscar você.

Quando perdi tudo o que tinha,

Incluindo o orgulho.

Vi que sabia chorar,

Que podia buscar você.

E ao me pôr de joelhos

Sem nada mais ter,

Descobri quem era o Ser,

Dentro de mim, meu Deus,

Eu encontrei você.

Autora do texto: Lucia Andrade

domingo, 20 de janeiro de 2013

Simples, só papel

Era só papel, sem vida, jogado em um canto, abandonado.

Alguém, necessitado de expressão, uma ideia, palavras soltas precisando de um sentido, dele se utilizou.

Como química, palavras jogadas imprimiram sentimentos represados,

Enclausurados nas masmorras do pensamento.

Em voo livre passearam pelo papel, libertas, sem censura.

Ecoaram medos, diversão, experiências vivenciadas ou fictícias, não importa.

Em avalanche, povoaram nossos pensamentos.

Asas condutoras da nossa imaginação, criaram ambientes para o nosso deleite.

Era só papel. Algo simples que teimamos não enxergar.

Uma vara de condão que toca e transforma vidas. Simples, só um papel. 


Autor do texto: Paulo Roberto Nascimento
Música: Aquarela - Toquinho.  Video extraído do You Tube. 



Leia também: Registro de sonhos 

sábado, 12 de janeiro de 2013

Viagem pelo prazer

É só desejo, língua e saliva
O que o teu corpo cativa
Sussurros, movimentos, cadência sem freios,
Receios ou rodeios
A mente indecente mente, raciocínio ilógico... lógico!
O momento é do instinto, do toque, da sensação
O maestro é a mão ligeira e sensitiva
O toque dos dedos dedilhando a canção do prazer infinito
No finito tempo que nos desperta
Depois da convulsão
Ao aterrissarmos em pouso leve da breve viagem.

Autor: Paulo Roberto Nascimento

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Porto Seguro

Luz que reluz
Um brilho sedutor
Na manhã cor de chumbo
Colorindo minhas retinas de um azul que só eu vejo
Acordo junto de ti
Livre a cada manhã
O bastante para o meu ser
Meu mundo real que imagino ao teu lado
Em mar bravio meu conforto
Minha rota segura
Minha âncora
Meu seguro porto

Autor do texto: Paulo Roberto Nascimento
Música: Pétala Djavan.  Vídeo extraído do You Tube

Pronto, xinguei!

Palavrão é algo com que só me acostumei por volta dos 14 anos, por causa do antigo ginasial.  Até ali, mesmo acostumado a escutar não me sen...