Sonhar com a felicidade
E crer nesse sonho todo dia.
Ter na boca a palavra mais doce,
Mesmo em meio à angústia,
Mesmo que a dúvida se faça.
Dar sempre o primeiro passo
Para trazer de volta o sorriso,
Cobrir a união de paz.
Qualquer que seja o desfecho
A lição do amor sempre acrescenta.
É riqueza que não se perde,
É o bem que um dia retorna,
Remédio pro coração.
Autora do texto: Lucia Andrade
A ideia deste blog é promover agradáveis encontros com os que compartilham minhas esperanças, através das minhas letras incertas. Sejam bem-vindos!
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
domingo, 9 de dezembro de 2012
A balalaica do Gagarin
Enchi a cara de vodca
Em uma deprê de dar gosto.
Queria você de volta
Desesperada
E urgentemente.
Precisava me embriagar do teu gosto
Mas não tinha você comigo.
E depois de muitos copos
Da forte bebida russa,
Já não sabia onde estava.
Se o que bateu na minha nuca
Foi o Sputnik
Ou uma balalaica.
Alguma coisa eu ouvia,
E via tudo rodar.
O Lênin fazendo discurso?
Ou o Gagarin à aterrissar?
Caí de cara na Praça Vermelha.
Acordei no dia seguinte
Em uma tremenda Perestroika.
Sozinho, sem você.
Doutor Jivago sem Lara.
O copo caído no chão,
A cabeça explodindo de dor.
E o coração gelado,
Morto,
Afogado em um balde de gelo,
No gelo siberiano.
Autora do texto: Lucia Andrade
Em uma deprê de dar gosto.
Queria você de volta
Desesperada
E urgentemente.
Precisava me embriagar do teu gosto
Mas não tinha você comigo.
E depois de muitos copos
Da forte bebida russa,
Já não sabia onde estava.
Se o que bateu na minha nuca
Foi o Sputnik
Ou uma balalaica.
Alguma coisa eu ouvia,
E via tudo rodar.
O Lênin fazendo discurso?
Ou o Gagarin à aterrissar?
Caí de cara na Praça Vermelha.
Acordei no dia seguinte
Em uma tremenda Perestroika.
Sozinho, sem você.
Doutor Jivago sem Lara.
O copo caído no chão,
A cabeça explodindo de dor.
E o coração gelado,
Morto,
Afogado em um balde de gelo,
No gelo siberiano.
Autora do texto: Lucia Andrade
Coração teimoso
Nada impede que eu te ame,
Nem mesmo o fato de você
Comigo não estar.
Isso é somente um detalhe
Que meu coração quer ignorar.
Tive você,
Sua pessoa,
Hoje não tenho mais.
Impossível é dizer ao meu coração
Que tudo isso ficou pra trás.
O amor apenas brota
Sem motivo, sem razão.
E tentamos buscar lógica
Onde não há explicação.
Não vou amordaçar
O que o amor tem pra dizer.
Eu te quero e quero mesmo
Sem vergonha de querer.
Amar é tão bonito
Independente de se ter.
Ter já é questão de posse,
Mania de prender.
O amor puro
Liberta,
Somente é, nada mais.
Não pede nada em troca.
Chega, fica
E não desiste jamais.
Autora do texto: Lucia Andrade
Nem mesmo o fato de você
Comigo não estar.
Isso é somente um detalhe
Que meu coração quer ignorar.
Tive você,
Sua pessoa,
Hoje não tenho mais.
Impossível é dizer ao meu coração
Que tudo isso ficou pra trás.
O amor apenas brota
Sem motivo, sem razão.
E tentamos buscar lógica
Onde não há explicação.
Não vou amordaçar
O que o amor tem pra dizer.
Eu te quero e quero mesmo
Sem vergonha de querer.
Amar é tão bonito
Independente de se ter.
Ter já é questão de posse,
Mania de prender.
O amor puro
Liberta,
Somente é, nada mais.
Não pede nada em troca.
Chega, fica
E não desiste jamais.
Autora do texto: Lucia Andrade
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Sintonia
Pego você no colo,
Beijo tua boca,
O pescoço e a nuca.
Arranco gemidos,
Arrepios, sorrisos...
Esses sons são a minha música,
Teu corpo é meu violão.
E canto pra você,
E amo fazer isso.
Você é minha inspiração.
Encosto meu ouvido
No teu peito,
Ouço teu coração,
Bateria apaixonada
No ritmo da minha canção.
Estamos sempre em sintonia
Sem precisar afinação.
Casando melodia e letra,
Selando nossa união.
Há tanta harmonia
No conjunto
Que ouço harpas tocando.
E se fechar os olhos
Vou achar que estou sonhando.
Autora do texto: Lucia Andrade
Música: Ciclo. Autor e Intérprete: Jorge Vercilo. Vídeo extraído do You Tube
Leia também: Eu Escolhi Você
Beijo tua boca,
O pescoço e a nuca.
Arranco gemidos,
Arrepios, sorrisos...
Esses sons são a minha música,
Teu corpo é meu violão.
E canto pra você,
E amo fazer isso.
Você é minha inspiração.
Encosto meu ouvido
No teu peito,
Ouço teu coração,
Bateria apaixonada
No ritmo da minha canção.
Estamos sempre em sintonia
Sem precisar afinação.
Casando melodia e letra,
Selando nossa união.
Há tanta harmonia
No conjunto
Que ouço harpas tocando.
E se fechar os olhos
Vou achar que estou sonhando.
Autora do texto: Lucia Andrade
Música: Ciclo. Autor e Intérprete: Jorge Vercilo. Vídeo extraído do You Tube
Leia também: Eu Escolhi Você
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Dia D, de Drummond
Hoje, acordei sentindo algo diferente no ar. Levantei preguiçosamente e me diriji à janela para admirar a mesma paisagem cotidiana. É, havia algo diferente no ar, sim! Era a poesia eterna de Drummond salpicada por todos os lados.
Não, o dia não estava diferente dos demais nem a paisagem mudou. Eu que adormecera como simples mortal e acordara poeta, inspirado na imortalidade poética do imortal poeta.
Vamos Comemorar o dia D?
Na comemoração dos 110 anos de nascimento do grande poeta Carlos Drummond de Andrade, extraí o texto abaixo do site: http://diadrummond.ims.uol.com.br/#box7, do Instituto Moreira Sales, de onde partiu a iniciativa de criar o dia D, de Drummond:
"Espalhe-se a ideia: dia 31 de outubro, data de nascimento de Carlos Drummond de Andrade, é dia de grande comemoração.
Nas escolas, universidades, livrarias, bares, museus, TVs, rádios, centros culturais e mesmo em solidão, não importa onde e como, que todos se lembrem de festejar Drummond e a sua poesia.
Um outro dia D, para apagar a guerra e saudar a liberdade, a imaginação, a aliança entre os homens de boa palavra.
Dia de festa, para a qual outros poetas devem ser convidados, claro. D é dia de todos, dia dado de bom grado por aquele que nos deu A rosa do povo, Claro enigma, A vida passada a limpo e tantas outras maravilhas."
Autor do texto: Paulo Roberto Nascimento
Imagem extraída do site: http://diadrummond.ims.uol.com.br/#box7
Não, o dia não estava diferente dos demais nem a paisagem mudou. Eu que adormecera como simples mortal e acordara poeta, inspirado na imortalidade poética do imortal poeta.
Vamos Comemorar o dia D?
Na comemoração dos 110 anos de nascimento do grande poeta Carlos Drummond de Andrade, extraí o texto abaixo do site: http://diadrummond.ims.uol.com.br/#box7, do Instituto Moreira Sales, de onde partiu a iniciativa de criar o dia D, de Drummond:
"Espalhe-se a ideia: dia 31 de outubro, data de nascimento de Carlos Drummond de Andrade, é dia de grande comemoração.
Nas escolas, universidades, livrarias, bares, museus, TVs, rádios, centros culturais e mesmo em solidão, não importa onde e como, que todos se lembrem de festejar Drummond e a sua poesia.
Um outro dia D, para apagar a guerra e saudar a liberdade, a imaginação, a aliança entre os homens de boa palavra.
Dia de festa, para a qual outros poetas devem ser convidados, claro. D é dia de todos, dia dado de bom grado por aquele que nos deu A rosa do povo, Claro enigma, A vida passada a limpo e tantas outras maravilhas."
Autor do texto: Paulo Roberto Nascimento
Imagem extraída do site: http://diadrummond.ims.uol.com.br/#box7
terça-feira, 23 de outubro de 2012
A Estrela de Jeremias - Lucia Andrade na Amazon.com
Jeremias, menino de 10 anos, filho de trabalhadores de uma casa de farinha em Pernambuco, passa a morar na casa do patrão de seus pais, um influente fazendeiro da região, que, iludindo ao humilde casal, acaba ficando com o menino e sua irmã. Após algum tempo, o homem passa a abusar do garoto que tenta de todas as formas se livrar das garras do homem e assim, vai parar em uma unidade da Fundação Casa. Depois de um breve encontro, uma psicóloga passa a tentar ajudá-lo a conquistar novamente a liberdade e vencer todos os seus traumas.
“Ainda existem lugares em que a moeda mais forte se chama miséria.”
Jeremias
Acesse o link para o site da Amazon e adquira o seu exemplar:
E-book A Estrela de Jeremias
Sobre a autora do livro:
Lucia Andrade nasceu no Rio de Janeiro em 20 de Novembro de 1965. Aos quatro anos soube que tinha Anemia Falciforme, doença congênita, genética e hereditária que afeta a hemoglobina do sangue. Ainda na infância, devido às crises constantes e internações, ela passou a desenhar e, mais tarde, na adolescência, começou a escrever, chegando a vencer alguns concursos de redação na escola.
Foi também na adolescência que descobriu sua vocação para o voluntariado, exercendo atividades em diversas associações, movimentos e organizações não-governamentais. Foi Conselheira Distrital de Saúde-AP1/RJ, Conselheira Estadual para Política de Integração da Pessoa Portadora de Deficiência - CEPDE/RJ, Educadora Social, Palestrante com uma breve passagem pelo Centro de Teatro do Oprimido, de Augusto Boal.
Foi convidada pelo Conselho Estadual dos Direitos da Mulher – CEDIM/RJ para falar nas comemorações do Dia Internacional da Mulher de 1996, juntamente com outras mulheres portadoras de deficiência e patologia.
Participou dos grupos de trabalho que reivindicavam a realização do Teste do Pezinho para a detecção precoce da Anemia Falciforme, o que hoje é uma realidade e do qual seu filho usufruiu ao nascer.
Em 2005, após uma séria crise e o agravamento do seu quadro de saúde, ela foi obrigada a interromper suas atividades e dedicar-se aos desenhos, grafites e ao sonho de escrever. Cinco anos depois, quatro títulos estão completos, aguardando publicação: DEZ COISAS PARA FAZER (romance), PALAVRAS AO VENTO (poemas), ARCO-ÍRIS SOBRE CINZA (poemas) e A ESTRELA DE JEREMIAS – romance que tirou o primeiro lugar no Prêmio Jorge Amado no Concurso Internacional de Literatura promovido pela União Brasileira de Escritores/RJ em 2009. Em agosto de 2010 foi lançada a Antologia FALANDO DE AMOR na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo da qual ela participou com a crônica DECLARAÇÕES DE AMOR COTIDIANAS.
“Ainda existem lugares em que a moeda mais forte se chama miséria.”
Jeremias
Acesse o link para o site da Amazon e adquira o seu exemplar:
E-book A Estrela de Jeremias
Sobre a autora do livro:
Lucia Andrade nasceu no Rio de Janeiro em 20 de Novembro de 1965. Aos quatro anos soube que tinha Anemia Falciforme, doença congênita, genética e hereditária que afeta a hemoglobina do sangue. Ainda na infância, devido às crises constantes e internações, ela passou a desenhar e, mais tarde, na adolescência, começou a escrever, chegando a vencer alguns concursos de redação na escola.
Foi também na adolescência que descobriu sua vocação para o voluntariado, exercendo atividades em diversas associações, movimentos e organizações não-governamentais. Foi Conselheira Distrital de Saúde-AP1/RJ, Conselheira Estadual para Política de Integração da Pessoa Portadora de Deficiência - CEPDE/RJ, Educadora Social, Palestrante com uma breve passagem pelo Centro de Teatro do Oprimido, de Augusto Boal.
Foi convidada pelo Conselho Estadual dos Direitos da Mulher – CEDIM/RJ para falar nas comemorações do Dia Internacional da Mulher de 1996, juntamente com outras mulheres portadoras de deficiência e patologia.
Participou dos grupos de trabalho que reivindicavam a realização do Teste do Pezinho para a detecção precoce da Anemia Falciforme, o que hoje é uma realidade e do qual seu filho usufruiu ao nascer.
Em 2005, após uma séria crise e o agravamento do seu quadro de saúde, ela foi obrigada a interromper suas atividades e dedicar-se aos desenhos, grafites e ao sonho de escrever. Cinco anos depois, quatro títulos estão completos, aguardando publicação: DEZ COISAS PARA FAZER (romance), PALAVRAS AO VENTO (poemas), ARCO-ÍRIS SOBRE CINZA (poemas) e A ESTRELA DE JEREMIAS – romance que tirou o primeiro lugar no Prêmio Jorge Amado no Concurso Internacional de Literatura promovido pela União Brasileira de Escritores/RJ em 2009. Em agosto de 2010 foi lançada a Antologia FALANDO DE AMOR na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo da qual ela participou com a crônica DECLARAÇÕES DE AMOR COTIDIANAS.
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| Minha prima Lucia Andrade - escritora e bloqueira |
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Lançamento do livro do Mário Brum
Acesse o link para o Facebook do evento
Cidade Alta: História, memórias e estigma de favela num conjunto habitacional do Rio de Janeiro
Local: Ambre Cuisine Bar - Rua Visconde de Silva 21 - Botafogo, 2227-1091 Rio de Janeiro - RJ
Data: 30 de outubro de 2012 - De 18:00 até 22:00h.
Cidade Alta: História, memórias e estigma de favela num conjunto habitacional do Rio de Janeiro
Local: Ambre Cuisine Bar - Rua Visconde de Silva 21 - Botafogo, 2227-1091 Rio de Janeiro - RJ
Data: 30 de outubro de 2012 - De 18:00 até 22:00h.
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